
20/2/24 – Pela primeira vez, os Estados Unidos vão propor um texto para uma resolução do Conselho de Segurança da ONU com um pedido de um cessar-fogo na guerra entre Israel e o grupo terrorista Hamas, na faixa de Gaza, território Palestino, informou a agência Reuters nesta segunda-feira, 19/02/24.
A proposta foi divulgada um dia depois que Israel sinalizou que invadiria Rafah, no sul da Faixa de Gaza, no início do Ramadã, se o Hamas não libertar os reféns israelenses em seu poder desde o início da guerra, em 7 de outubro de 2023.
O Ramadã, um mês sagrado para os muçulmanos, começa em 10 de março.
Iniciar um novo ataque a Palestina em busca do Hamas, pode elevar o conflito de Gaza a uma guerra maior entre o mundo islâmico contra o Estado de Israel.
O Conselho de Segurança da ONU se reúne às 10h desta terça-feira (12h no horário de Brasília) para debater o conflito entre lsrael e Hamas na Palestina.
Uma autoridade dos EUA disse à agência Reuters, sob condição de anonimato, que não há pressa em submeter o texto a uma votação e que os americanos querem ter tempo para negociar.
O conselho tem 15 membros. Para que uma resolução seja aprovada, é preciso que 9 deles votem a favor e que nenhum dos membros permanentes (EUA, França, Reino Unido, Rússia e China) vete a proposta.
EUA e Israel são considerados aliados históricos desde a origem do país em 1948. Os EUA já apoiaram Israel em diversas guerras na segunda metade do século XX e recentemente chegou a vetar resoluções que pediam um cessar-fogo na atual guerra contra Hamas na Palestina.
Cerca de 1 milhão de pessoas estão “encurraladas” e vulneráveis em Rafah, no sul da Faixa de Gaza. A maioria vivendo em tendas como Campos de Refugiados.
Muitas delas já deixaram suas casas em regiões mais ao norte do território, onde a ação militar se concentra.
O rascunho da proposta de resolução dos EUA diz que que “uma grande operação em Rafah iria resultar em mais danos aos civis e mais deslocamentos, que poderiam ser inclusive em países vizinhos”.
A guerra começou quando combatentes do grupo Hamas, que controla a Faixa de Gaza, atacaram Israel, em 7 de outubro, mataram 1.200 pessoas e capturaram 253 reféns, de acordo com os registros israelenses.
Em retaliação, Israel atacou o Hamas dentro da Faixa de Gaza, Sul da Palestina.
Um total de mais de 28.700 palestinos foram mortos e quase 69.000 outros foram feridos.
Recentemente, Luís Lula da Silva comparou os ataques de Israel com o Holocausto por vitimar milhares de mulheres e crianças sem efetivamente fragmentar ou reduzir o Hamas. Até mesmo o Vaticano classificou a ação de Israel como “carnificina” e pediu Cessar fogo imediato.
O povo judeu foi vítima do Holocausto, e agora, separar o povo judeu do Estado de Israel é essencial para entender as críticas e identificar Benjamin Netanyahu como principal chefe dos ataques é vital para separar o povo judeu, do povo israelense das ações do Estado Israelense.
Pela Vida e pela Justiça, pela prisão e responsabilização correta dos criminosos e terroristas do Hamas e pelo fim da extrema violência que vítima milhares de inocentes como mulheres e crianças:
Cessar Fogo Urgente em Gaza!

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