
4 de jul. de 2022 – A Ferrovia parou em Cianorte em 1973, hoje precisamos Reativar este modal logístico para elevar o Desenvolvimento Econômico da região Noroeste do Paraná, Turismo, Transporte e Integração com o Mercosul e Mercado Global.
Todos ganham com a FerroNorte, a Ferrovia de Cianorte!
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A linha ferroviária da Nova Ferroeste terá uma extensão de 1285 km, ligando Maracaju (MS) até Paranaguá (PR), com um ramal multimodal entre Cascavel e Foz do Iguaçu e a revitalização do atual trecho entre Guarapuava e Cascavel.
A ferrovia visa conectar Brasil, Argentina e Paraguai, Mato Grosso do Sul e Paraná, 425 municípios e uma população de quase 9 milhões de habitantes.
Previsão de transportar 54 milhões de toneladas por ano, equivalente a 66% da produção regional. Economia de 27% no custo das exportações, economia logística de R$1 milhão por tonelada e redução de R$2,4 bilhões do pacote logístico no primeiro ano.
Certamente um projeto arrojado, sustentável, eficiente e de importância global por conectar o Mercosul com maior eficiência e agilidade ao Porto de Paranaguá, um dos maiores do Brasil e mais modernos no mundo.
A Sugestão é: Já que estamos na fase dos projetos e estudos de viabilidade, licenciamentos ambientais e busca de investidores, por que não aproveitar outra ferrovia já pronta, em uso intenso e bem mais próxima do Mato Grosso do Sul e Paraguai?
Trata-se do trecho que liga Maringá a Cianorte, pronta desde 1973 e sem uso após a crise cafeeira das geadas de 1975.
Se o trecho Maringá – Cianorte for restaurado, a distância deste novo trecho de ferrovia é de apenas 180 km de Cianorte a Guaíra PR. E um novo entroncamento ferroviário pode trazer desenvolvimento logístico, econômico e integração internacional ao Noroeste do Paraná.
Além do transporte mais barato e eficiente, o turismo tem grande potencial de desenvolvimento nas propriedades rurais, rios, cachoeiras e reservas florestais, culinária e desenvolver ainda mais a Capital do Vestuário, a Capital da Amizade e tantas outras.
Mais uma vantagem é que as terras destinadas a ferrovia Maringá, Cianorte, Umuarama, Guaíra já são da União e não precisam de desapropriação.
Economia ainda maior que facilita a inclusão do trecho no projeto de desenvolvimento integral do Paraná, em todas suas regiões.
Será que os nobres Prefeitos, Vereadores, Deputados, Senadores, Governadores, Ministros e sociedade civil organizada podem abraçar esta causa?
Regionalmente lutamos por anos pela duplicação e recuperação da PR323. Será que podemos apostar, defender e lutar pela FerroNorte – a Ferrovia a partir de Cianorte?

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