
11/10/2023 – Na manhã desta quarta-feira, 11 de Outubro/23, circula em grupos de mensagens um vídeo de 22 segundos onde um Estudante grava seu colega em sala de aula que mostra uma arma, aponta para a professora que está escrevendo no quadro e ambos riem em tom de deboche e desrespeito. O ato quase discreto passou despercebido pela professora, mas viralizou nas redes sociais.
Parece brincadeira, mas é violência! Seja a arma verdadeira ou não, o simples fato de carregar uma arma dentro de qualquer Escola é assunto de polícia! Se for no coldre ou nas mãos da polícia em rondas ou atividades educativas como o programa patrulha escolar, tudo bem. Na mão de estudante é grave ameaça a segurança pública e ainda mais grave em sala de aula.
Além das ameaças e violências, outra situação constante que tem preocupado cada vez mais os professores e profissionais da Educação é o uso indevido e exagerado dos celulares durante as aulas.
Seja para trocas de mensagens, áudios ou vídeos em redes sociais, o uso de celulares durante as aulas para assuntos diversos tem atrapalhado a atenção, concentração e aprendizagem dos estudantes, pois tentando viralizar ou “lacrar” com amigos e seguidores, fazem gravações escondidas que expõem os colegas de sala, os professores e geram desconfortos constantes.
Apesar de permitido o porte de celulares para mensagens ou ligações particulares antes das aulas, depois das aulas ou nos intervalos, seja para se comunicarem com transportes ou familiares, o uso de celulares em salas de aulas é permitido apenas por planejamento e autorização direta dos professores para pesquisas e atividades exclusivas do processo de ensino e aprendizagem.
Por isso, o uso indevido de celulares durante as aulas por alguns estudantes geram conflitos ao tirar a atenção dos colegas ao redor, ao invadir a privacidade dos demais estudantes e pela necessidade constante de orientar ou adverti-los sobre o uso irregular de aparelhos eletrônicos.
São constantes, repetitivas e cansativas as jornadas docentes com frases do tipo: … “guarda o celular, tira o fone de ouvido, presta atenção”…
As inúmeras, repetitivas, constantes, insistentes e necessárias orientações docentes, pelo uso indevido e sem autorização de eletrônicos como foens de ouvido e celulares durante as aulas, pausam as atividades escolares dezenas de vezes a cada aula e faz o tempo perdido ser cada vez maior, reduzindo o aprofundamento dos conteúdos e aprendizagem efetiva. Por vezes, dois ou três estudantes indisciplinados acabam por prejudicar turmas inteiras com mais de 30 estudantes. É uma minoria equivalente a 10% que atrapalham 90%…
As orientações pedagógicas, familiares e institucionais são realizadas e registradas, mas o vício das telas e redes sociais já é uma epidemia juvenil. Entretanto, é gravíssimo o uso de armas em Escolas.
Neste vídeo que circula nas redes sociais com um Estudante gravando enquanto outro Estudante aponta uma Arma para a professora de costa no quadro, não se tem origem conhecida nem identidade dos envolvidos, mas seja no Paraná ou qualquer Escola brasileira, há que se identificar e aplicar as medidas e procedimentos legais necessários.
Não podemos aceitar que um estudante leve Arma a Escola! Não podemos aceitar ameaças a estudantes ou professores. Não podemos aceitar ameaça de violência grave nas Escolas.
Escola é Lugar de amizade, de aprender, de ensinar, de socializar, de adquirir conhecimentos historicamente acumulados e criar novas competências, habilidades e Sabedoria. Escola não é lugar de Armas!
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